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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Conde Nikolaus Ludwig von Zinzendorf

                                                               


        Conde Nikolau Ludwig von Zinzendorf foi um dos grandes homens de Deus do século XVIII. Foi um bispo luterano, porém, líder espiritual dos morávios, um grupo cristão perseguido que encontrou abrigo nas terras do conde Zinzendorf. Os morávios influenciaram na conversão de outro grande homem de Deus desse mesmo século, o evangelista John Wesley. 
        Mesmo sendo de uma família nobre, o conde Zinzendorf sempre foi humilde e acolhedor, um amante do Evangelho, pois sempre gostava de meditar nas Escrituras, principalmente na cruz de Cristo. De forte tendência pietista, constantemente buscou uma experiência profunda com o Senhor, organizando sempre vigílias e orações intensas. Sempre percebia-se o mover do Espírito de Deus nos cultos morávios.
        A missão esteve presente nos pensamentos do conde, sendo que ele mesmo foi ao campo missionário entre os indígenas norte-americanos. Influenciou a continuidade das missões entre os morávios. Nunca o zelo missionário passou despercebido pelo nobre conde alemão.
       Fica o exemplo de vida de um dos excelentes homens de Deus que amavam ao Senhor de tal forma que não conseguiam permanecer imóveis com uma inércia doentia. O conde Zinzendorf é um exemplo a ser seguido e é preciso sempre lembrarmos de cristãos entregues à causa de Cristo!

Graça e Paz em Cristo Jesus!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Nicolau de Cusa

     
                                                           

        Hoje dar-se-á continuidade aos exemplos da fé com o cardeal, teólogo e filósofo alemão Nicolau de Cusa. Este grande homem, através de sua filosofia espiritual, chega, corretamente, à conclusão de que somos ignorantes quanto ao conhecimento de Deus, chamando esse processo de "douta ignorância". Sabermos que nunca compreenderemos o inalcançável Deus de nossas vidas, a não ser que Ele nos alcance, é um conceito de ignorância que todos deveríamos ter.
        Em sua vida esforçou-se em unificar as igrejas ocidental e oriental, porém, sem sucesso. Tentou apaziguar e normalizar as tensões políticas do seu tempo, entretanto foi torturado pelo duque Sigmund, ocasionando assim sua morte antecipada tempos depois.
        Seus pensamentos anti-aristotélicos, ou seja, contra o excessivo raciocínio e teorização da fé, promulgando em uma densa e tediosa sistematização da teologia cristã, foram uma denúncia a um tipo de cristianismo frio e arraigado em uma tradição de letra morta e sem a ânsia de buscar o conhecimento relacional e experimental de Deus através da oração e contemplação a Ele!
        Que meditemos nas Sagradas Escrituras com o coração inclinado ao Senhor em uma vida santa e agradável a Ele, como no caso de Nicolau de Cusa!